Você me aperta o freio
Me interrompe pelo meio do caminho que eu sigo
Pra dizer que eu vou pro lado errado, sem pensar direito
E eu, me atrevo neste esquerdo pra viver
E se eu quebrar a cara, e se não der em nada,
nada de lembrar que me avisou
Quero quebrar meu gelo e me virar do avesso
Eu mereço outro preço e outros planos
Não me conheço inteiro
Mas sei bem o que não quero
e dispenso parte desta proteção
Se eu descobrir o engano, me desfaço
Recomeço pra encontrar o que me resta de razão
E se eu quebrar a cara, e se não der em nada,
nada de lembrar que me avisou
Porque eu rompi o limite deste seu palpite
Encarando a impaciência dos meus sonhos
Vou ver o mar
Vou ver o mar
A onda me chama lá na praia, eu tenho que remar
sexta-feira, 20 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Campão do meu coração rsrsrs

"Tenho paixão por esta linda cidade... o verde, os amigos, a qualidade de vida, o horizonte, o por-do-sol... a felicidade convencendo a gente toda hora".
Foi assim que comentei uma fotografia aérea da noite em Campo Grande - MS, postada no orkut de um amigo. Até eu me surpreendi com minha paixão por esta terra rsrsrs
Saio para muitos lugares, mas aqui é meu refúgio. Já reclamei muito desta capital interiorana, mas o fato é que a amo demais.
Minha família se fixou em Campo Grande, construiu uma vida feliz e próspera. Aqui coleciono muitas histórias e tenho certeza que muitas virão!!!
"Campo Grande pra você, campo pequeno pra mim", eu dizia há uns três anos. Hoje sinto a cidade pulsando, crescendo, se embelezando ainda mais. É um campo imenso de possibilidades.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Boa noite boa vida (Elânio)
Vou sair sem pressa de voltar
a noite me convida a ir de bar em bar
pra diversão até o sol aparecer
É madrugada de desejos casuais
quem sabe a chance de encontrar
um novo amor pela avenida
Ao sereno vou sem direção
Junto aos amigos que também vão distrair
de noite em noite um dia-a-dia mais feliz
Ouço na escuridão
a canção de tantas baladas
Quantas estrelas lá no céu pra contemplar
Raio de luz ou luz de velas ao luar
A luz do olhar que a noite faz brilhar
Festas, encontros, danças, drinques e afins
Pra espantar os sentimentos tão ruins
O mundo é real
À noite, a fantasia é mais
Sol clareia o céu, boa noite adeus
bom dia, boa tarde, boas vindas
pra sobreviver a todas as rotinas
Quem anoiteceu ou quem foi dormir
encontrou na madrugada o que precisa
Boa noite, boa vida
VÍDEO EM http://www.youtube.com/watch?v=bzwCLLGnaqs
a noite me convida a ir de bar em bar
pra diversão até o sol aparecer
É madrugada de desejos casuais
quem sabe a chance de encontrar
um novo amor pela avenida
Ao sereno vou sem direção
Junto aos amigos que também vão distrair
de noite em noite um dia-a-dia mais feliz
Ouço na escuridão
a canção de tantas baladas
Quantas estrelas lá no céu pra contemplar
Raio de luz ou luz de velas ao luar
A luz do olhar que a noite faz brilhar
Festas, encontros, danças, drinques e afins
Pra espantar os sentimentos tão ruins
O mundo é real
À noite, a fantasia é mais
Sol clareia o céu, boa noite adeus
bom dia, boa tarde, boas vindas
pra sobreviver a todas as rotinas
Quem anoiteceu ou quem foi dormir
encontrou na madrugada o que precisa
Boa noite, boa vida
VÍDEO EM http://www.youtube.com/watch?v=bzwCLLGnaqs
Limites
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
A festa em lágrimas
A família reunida se alegra em rever tantos parentes distantes. Afeto verdadeiro, repleto de beijos e grandes abraços. Encontros atentos, provocando lembranças. Curiosidade sobre o que o tempo escreveu na história de cada um.
Uma lona foi erguida no quintal, para que a chuva não atrapalhe o encontro. O café e o chá estam quentes sob a mesa, aguardando conversas e degustações. Os carros vão chegando e trazendo mais e mais gente. Uma família realmente grande, que impressiona.
O burburinho é imenso, uma agitação por igual que só é quebrada pelos gritos das crianças brincando e o tom de voz alto do avô surdo.
E olha que hoje não é dia de festa. A família está principalmente triste.
No centro da varanda Ana Mafalda se despede com semblante terno e flores ao redor. Alguns chegam de longe, outros nem se aproximam, a maioria contempla de perto com pensamentos distantes.
Há muitas lágrimas no ambiente.
(...)
A madrugada silenciosa desperta com o papagaio que há mais de quarenta anos ouve: “dá o pé meu lôro ... cadê o café do lôro?”, frases que ele repete no horário rotineiro dessa manhã. Pão e café são servidos ao ilustre animal de estimação que permanece repetindo as palavras da avó.
O choro anestesiou o cansaço e já é hora do enterro. Aglomeram-se os filhos, netos, noras, genros, irmãos, primos e amigos para verem Ana Mafalda pela última vez. O cortejo segue longo, no comprimento e na distância.
(...)
Voltamos do cemitério e decidimos almoçar juntos, saboreando comida e reunião familiar.
Me sinto feliz. Me sinto forte. Só falta ela, que agora se foi. Nós choramos o que precisávamos e fizemos o que podíamos fazer em um mês de padecimento. O velho clichê é realmente certo, “ela descansou”.
Antes do almoço, vou para o bar com tios e primos. Longe de qualquer desrespeito ao luto, celebramos a união de tantos amigos e parentes, comemoramos mais um momento juntos, sorrimos por causa dos nós dos laços que nos ligam.
A diferença e a proximidade é a receita para uma família que permanece em festa a cada encontro, mesmo aqueles mais tristes.
Adeus vovó!!! Saudades de ti.
Uma lona foi erguida no quintal, para que a chuva não atrapalhe o encontro. O café e o chá estam quentes sob a mesa, aguardando conversas e degustações. Os carros vão chegando e trazendo mais e mais gente. Uma família realmente grande, que impressiona.
O burburinho é imenso, uma agitação por igual que só é quebrada pelos gritos das crianças brincando e o tom de voz alto do avô surdo.
E olha que hoje não é dia de festa. A família está principalmente triste.
No centro da varanda Ana Mafalda se despede com semblante terno e flores ao redor. Alguns chegam de longe, outros nem se aproximam, a maioria contempla de perto com pensamentos distantes.
Há muitas lágrimas no ambiente.
(...)
A madrugada silenciosa desperta com o papagaio que há mais de quarenta anos ouve: “dá o pé meu lôro ... cadê o café do lôro?”, frases que ele repete no horário rotineiro dessa manhã. Pão e café são servidos ao ilustre animal de estimação que permanece repetindo as palavras da avó.
O choro anestesiou o cansaço e já é hora do enterro. Aglomeram-se os filhos, netos, noras, genros, irmãos, primos e amigos para verem Ana Mafalda pela última vez. O cortejo segue longo, no comprimento e na distância.
(...)
Voltamos do cemitério e decidimos almoçar juntos, saboreando comida e reunião familiar.
Me sinto feliz. Me sinto forte. Só falta ela, que agora se foi. Nós choramos o que precisávamos e fizemos o que podíamos fazer em um mês de padecimento. O velho clichê é realmente certo, “ela descansou”.
Antes do almoço, vou para o bar com tios e primos. Longe de qualquer desrespeito ao luto, celebramos a união de tantos amigos e parentes, comemoramos mais um momento juntos, sorrimos por causa dos nós dos laços que nos ligam.
A diferença e a proximidade é a receita para uma família que permanece em festa a cada encontro, mesmo aqueles mais tristes.
Adeus vovó!!! Saudades de ti.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Frase roubada!
domingo, 25 de janeiro de 2009
Um ano oficial de carreira
Neste dia 24 de janeiro, foi um dia de festa pra mim.
Comemorei um ano oficial de lançamento de minha carreira como cantor e compositor.
Nosso Sarau dos Amigos também comemora um ano, foi lá que comecei.
Então convido você pra ir nesta quinta-feira, dia 29 de janeiro, das 19h às 22h, comemorar comigo e a banda.
Comemorei um ano oficial de lançamento de minha carreira como cantor e compositor.
Nosso Sarau dos Amigos também comemora um ano, foi lá que comecei.
Então convido você pra ir nesta quinta-feira, dia 29 de janeiro, das 19h às 22h, comemorar comigo e a banda.
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